HISTÓRIA

As terras santoamarenses foram parte integrante da sesmaria doada por Mem de Sá em 1559 para seu amigo Fernão Rodrigues Castelo Branco, situada nas proximidades dos Rios Traripe e Subaé. Segundo historiadores, os primeiros civilizadores chegaram naquela região 2 anos antes em 1557 e ali encontraram os primeiros habitantes nativos os índios: Abatirás, Pitiguaras e Carijós.

Após o assassinato de um padre jesuíta numa capela, a população impactada migra pra outra região da cidade e lá, por volta de 1667, os monges beneditinos, em homenagem a Santo Amaro, que era o monge santo da ordem, constroem uma Igreja em homenagem a ele.

Felipa de Sá, filha de Fernão Rodrigues, doou ao colégio de Santo Antão de Lisboa o Engenho do Conde e nele os Jesuítas construíram a Igreja de Nossa Senhora da Purificação em 1608. Em 1678 este templo ruiu, em 18 de Outubro de 1700 foi realizada uma missa no local que em 1706, foi iniciada a construção da atual Igreja Matriz de Nossa Senhora da Purificação.

Santo Amaro Teve participação importante em dois grandes momentos da história do Brasil: em 1798 com Manuel Faustino dos Santos, teve participação ativa no episódio conhecido como Conjuração dos Alfaiates, em 1822 com a ata de 14 de Junho (data magna da cidade), que foi um grande passo para a independência da Bahia e posteriormente do país.

Foi elevada a vila o município em 5 de janeiro de 1727. Tornou-se cidade em 13 de março de 1837, denominada de "Leal e Benemérita".

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